FÁBRICA DE LETRAS DO KIMBO
PORTUGAL E A GLOBALIZAÇÃO
DIVISÃO DO MUNDO SEGUNDO O TRATADO DE TORDESILHAS
A Globalização teve início com a expanção da Ibéria. Portugal e a Espanha a partir dos finais do século XV levaram ao conhecimento do mundo moderno outros mundos que originaram no tempo outros países. O tratado de Tordecilhas foi o primeiro toque na repartição do globo e, no correr do tempo foram-se disseminando gentes que cruzando destinos fizeram o mundo actual.
A Globalização em África, após o acordo de Berlim no ano de 1885 foi repartida em porções com régua, rios e montanhas segundo as explorações feitas por homens brancos, louros e olhos azuis dos quais mais tarde e até fins do século XX se tornaram independentes.
Henry Ford põe em andamento o primeiro carro nos Estados Unidos da América e, surgiram os combustiveis fosseis para fazer andar aquele primeiro zingarelho que levou milhares a recorrer ao seu uso; no prazo de um século já eram biliões de carros a circular no globo. Seguiram-se novas invenções como o surgimento do balão, das aeronaves mais pesadas que o ar, o trem, os barcos, navios e transatlânticos abrindo para cada um deles vias de asfalto, corredores aéreos, trilhos e rotas marítimas trnansportando biliões de pessoas por dia.
Surgiu assim a globália e a globalização com novas organizações reguladores dos espaços comuns como a ONU, o FMI e tantas outras nas áreas e interesses mais diversos; haveria que regulamentar o uso da Biosfera, o ar, as águas, os mares, as florestas, os recursos vegetais e animais e controlar as migrações de gentes através de fronteiras. O mundo em crescimento demográfico ficou sugeito a disciplina por via da facilidade de locomoção de pessoas e mercadorias em geral.
Surgiram novas filosofias de vida e insurgindo-se com as relegiões; das monarquias e ditaduras passou-se às oligarquias, repúblicas e democracias no surgimento de direitos cívicos, sindicais e sociais.
Paralelamente ao surgir de novas industrias a vapor, a combustivel e electricidade havia que instruir e formar gente para laborar nas fábricas e, para facilitar, surgiram as escolas, a rádio, a televisão, o relógio de pulso e o computador agilizando tarefas, fragmentando o tempo em aceleranda responsabilidade. A aparição da internete encurtou o segumdo no contacto com o semelhante e haveria que regularizar bitolas para tudo isto, controlando a máquina do dinheiro que tudo compra, ou quase tudo.
E, surgiu o strese.
Descrita que está em traços largos a globalidade haveria agora que gerir a prosperidade dos países controlando usuras, pondo ordem em práticas especulativas de vícios desestabilizadores de costumes estabelecidos, unificando relações e burilando devastações económicas que como ondas cíclicas surgem um pouco por todo o globo; para isso surgiu o FMI, uma banca de governos credores internacionais para, em teoria ajudar países em dificuldade. Na prática o FMI protegia e protege os países emprestadores em detrimento dos paises em recessão que recorreram a essa instituição, levando-os à penuria.
Com batimentos de tachos reclamando sobrevivência nas muitas praças proletárias do um de Maio, um pouco por todo o lado o povo sofredor clama justiça e equidade; A fome má concelheira, leva os governantes desavisados a pritatizar rápidamente património lucrativo, entregando os poderes instituidos, centenas de bilhões de dólares dos activos mais valiosos desses países. Isto contribui ao surgimento de classes de oligarcas exaurindo poderes com fugas de capitais. Enfim, os abutres ou urubus da praça.
(Continua…)
Bibliografia de referência: Globalização como dar certo de JOSEPH E. STIGLITZ da companhia de letras - Brasil
(Prémio Nobel de economia em 2001)
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