FÁBRICA DE LETRAS DO KIMBO
AINDA É UMA MANIFESTAÇÃO DE PODER
Muito mais recentemente temos o caso do cerco de Leninegrado e de um avião que caiu nos Andes em que, parte destes sobreviveram ingerindo carne retalhada de cadáveres que se conservavam no gelo; Nestes dois casos a sobrevivência adveio deste acto que sempre foi conhecido como de canibalismo.
Este acto repugnante faz parte de nós , dos nossos ancestrais longínquos e contemporâneos ou hodiernos.
O ser humano não tem limites na sua ânsia de poder, poder que vicia, que escorrega para armadilha sem saída, usando estratégias de luta não muito diferentes dos demais animais predadores ou pior pois torna-se selectivo, cirúrgico no acto e quantas vezes o faz só por puro prazer, coisa que é só do próprio homem; homem este que saboreia o sangue tornando-o ácido com muito alho ou o torna espesso usando muitos vegetais.
Ouvindo as cavalgadas das valquirias apercebemo-nos de que há canibais e vampiros ao redor; a vida às vezes é mesmo um conflito alucinado de medos e coisas menores que por acasos transborda ao paraíso. Torna-nos imortais para além do físico.
Através das emoções atingimos o fim do mundo, a aurora boreal, o arco íris do apocalipse, o tal lugar elegido, cheio de energia num qualquer lugar mítico.
E, num repente também eu estava naquele lugar mítico, planura de verde e, eu não era eu. Tinha-me tornado num "puetzal" de andar escangalhado. Só eu era diferente vindo do outro lado do mar, fugido do cativeiro; Fiz amizade com outros libertados, a abetarda, o cisão, o cortiçol, a cegonha, o rulieiro, a calhandra o tartaranhão, a águia cobreira, a pega, o picanço, a gralha, o algarvão, a coruja e alguns grous.
E, voava, voava como um peneireiro das torres.
Estava na zona de protecção especial na planície cerealífera e, era um pássaro feliz.
Nota: PUETZAL é o nome de um pássaro chamado de ave do paraíso no povo MAIA; Este não aceita o cativeiro pois enforca-se se o prendem. Os penachos vistosos dos chefes Maias de Yucatan no México, eram retirados deste pássaro nobre. Também se diz ser o homem pássaro.
Pode ouvir-se o seu canto nas pirâmides de Chichen-Itzá no lado da Serpente batendo palmas com energia; em resposta ouve-se o seu canto na forma de eco. Eu ouvi isto!
Da lavra do Soba T´Chingange
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