FÁBRICA DE LETRAS DO KIMBO
“SWAZILAND” – 1ª Parte
Mswati III , 19 de Abril de 1968 é o atual rei da Suazilândia, desde a morte de seu pai, Sobhuza II, em 1996.
Swaziland, é um pequeno país encravado entre montanhas a fazer fronteira com o sul de Moçambique e a região de Mpumalanga na África do Sul. Este pequeno país, ordeiro e arrumado é um reino que tem como rei Mswati III, coadjudado pela Rainha-Mãe. Por tradição todos os anos há uma grande festa entre todas as tribos e numa espécie de concurso de misses, o rei escolhe uma nova mulher de uma tribo ainda não contemplada. As tribos do reino, ficam por este meio, interligadas por laços filiais, uma promoção à concórdia entre todos, despromovendo qualquer desavença entre a classe da nobreza dominante. O futuro rei virá a ser o filho varão de uma dessas esposas que também virá a ser a Rainha-Mãe. Antes de saber destes pormenores, achava ser esta prática uma excentricidade própria dum rei totalitário e déspota mas, em viagem recente à sua capital Mbabane, desfez-se em mim esse errado conceito.
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Em distintas cerimonias
Ao redor do hotel Montain Inn pode sentir-se a tranquilidade entre morros pedregosos no topo e de muita vegetação nos vales, ora profundos e com quedas de água, ora suaves em encostas escandalosamente verdes pontilhadas de gado ruminando livremente os campos. Até lá longe às enevoadas serras vêem-se grupos de dispersas casas e tufos de árvores gigantes a ladeá-las. Entre a fronteira de Ngwenya e Mbabane, uma moderna auto-estrada serve a região com os requisitos modernos de vialidade estendendo-se para lá do vale que se avista daqui do Montain Inn; segue para leste até Manzini e prossegue até à fronteira com Moçambique em Goba ou Namaacha a Norte ou ainda o caminho do Sul em direcção às praias da Ponta do Ouro a Norte do Kwa-Zulu Natal saindo pela fronteira de Lavumissa. Fiquei agradavelmente surpreendido por ver na pequena cidade de Mbabane, brancos e pretos circulando lado a lado pelas ruas em sua azáfama diária, coisa muito rara em Johannesgburgo aonde as pessoas se deslocam do forte-casa de muros altos com cercas de alta tensão para parques gigantes, áreas comerciais com vigilância à entrada como um condomínio comercial. As ruas de Mbabane são como um grande espaço comercial ao invés de Johannesburg e isso sobremaneira agradou-me.
Kanimando: Obrigado em dialecto de Moçambique.
O Soba T´Chingange
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