FÁBRICA DE LETRAS DO KIMBO
“Arte da Felicidade” - VI
Dalai Lama - líder religioso da escola Gelug do budismo tibetano. Um monge e lama, do budismo tibetano a residir em Lhasa. É o líder oficial do governo tibetano no exílio, ou Administração Central Tibetana.
Naturalmente, ao tentar explicar para alguém a importância da compaixão, em alguns casos pode-se estar lidando com uma pessoa muito egoísta, individualista e embrutecida, alguém que se preocupa apenas com seus próprios interesses. E é até possível que haja pessoas desprovidas da capacidade de sentir empatia mesmo por alguém que amem ou que lhes seja chegado. No entanto, mesmo a essas pessoas, ainda é possível apresentar a importância da compaixão e do amor com base no facto de ser esse o melhor meio para a realização dos seus interesses pessoais. Essas pessoas desejam ter saúde, ter uma vida mais longa, ter paz de espírito, felicidade e alegria.
Compaixão
Stalirn considerava a crueldade uma virtude e até modou seu nome original de Djugashvili para Stalirn que quer dizer "homem de aço". À medida que sua vída avançava e sua crueldade aumentava, mais desconfiado ele se tornava. Sua desconfiança era lendária. Seu temer e sua suspeita nos outros acabaram levando-o a enormes expurgos e campanhas contra vários grupos de pessoas no seu país, o que resultou na detenção e execução de milhões. No entanto, ele ainda assim continuava a ver inimigos por toda parte. Não muito tempo antes de morrer, ele disse a Nikita Khrutchev que não confiava em ninguém, nem em si mesmo. No final, voltou-se até mesmo contra os elementos mais fiéis da sua equipe. E, naturalmente, quanto mais desumano e poderoso ele se tornava, maior era sua infelicidade. Um amigo disse que por último o único traço humano que lhe restava era a infelicidade. E sua filha Svetlana descreveu como ele era atormentado pela solidão e por um vazio interior, e como chegou ao ponto em que não mais acreditava que as pessoas fossem capazes de uma autêntica sinceridade ou bondade.
Crueldade
Se dedicarmos algum tempo a pensar na velhice, na morte e em outras tristezas, nossa mente estará muito mais estável quando elas surgirem, já que estaremos familiarizados com esses problemas e tipos de sofrimento, e teremos previsto que ocoreriam: "O que temos de ter em mente é que a razão pela qual é tão importante refletir sobre o sofrimento está na possibilidade de uma saída, de uma alternativa. Existe a possibilidade de nos liberarmos do sofrimento. Com a eliminação das causas do sofrimento, é possível alcançar um estado de liberação, um estado imune ao sofrimento. No pensamento budista, as causas primeiras do sofrimento são a ignorância, a ganância e o ódio. Estes, são considerados os `três venenos da mente'.
O Ego
Neste contexto a `ignorância' não se refere a uma falta de informação, como o termo que é usado, mas refere-se sim, a um equívoco fundamental de percepção da verdadeira natureza do eu e de todos os fenômenos. Quando geramos uma percepção profunda da verdadeira natureza da realidade e eliminamos estados mentais aflitivos, tais como a ganância e o ódio, podemos atingir um estado mental totalmente purificado, livre do sofrimento. Se assim não fosse, se não houvesse esperança, a simples reflexão sobre o sofrimento seria apenas uma atividade mórbida e totalmente negativa.
Referência Bibliográfica: A arte da Felicidade, um manual para a vida por Dalai Lama
Arranjo e compilação de
O Soba T´Chingange

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