Domingo, 24 de Julho de 2016
MALAMBAS . CXXXIII

CINZAS DO TEMPO24.07.2016 - Não há maior religião do que a verdade! Somos o que somos enquanto o somos! Assim vamos um dia de cadavez...

MALAMBA: É a palavra.

Por

soba 01.jpgT´Chingange

kota0.jpg Somos o que somos enquanto o somos! Um destes dias tive de ir tirar análises para verificar o quanto a máquina está em condições de permanecer no espaço-tempo visível e, no ponto actual da curvatura da vida. Após a singularidade foi um tempo em que ainda não havia a tecnologia de hoje a fim de nos observarem por dentro e por fora com uma complexidade de computadores e scâneres radiografando as bordas. Também o comprimento de ranhuras e excrescências anómalas segundo os parâmetros conhecidos.

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A dado momento, e por um soluço indefinido de percalços descontabilizados, somos coisa estendida numa maca e, ali ficamos na mão de técnicos, estagiários e afins com médicos, doutores que buscam na sinusóide o traço mais o traço-ponto do batimento, arritmias e aranhiços tornados bactérias ou vírus e um sem número de infestantes que cohabitam connosco, sem pagar renda, sem nossa vontade; um caroço ali, uma íngua mais uns  raios envoltos em negruras desconhecidas! Ui! Nem sempre dói… venha buscar o resultado dia tal...

kota 2.jpg E, eu que queria ir até aos 333 anos, lá tenho de me conformar por aqui ficar só enquanto Deus ou um seu assalariado quiser, ou permitir. E, lá terei de suportar as agruras exprimidas dos desclassificados políticos de viveiro mais os polícias deitados e os generais de aviário, também sentados, ganhando uma pipa de massa com os nossos descuidos, a impotência em não podermos endireitar a lei, o cassetete, o cassete, um gráfico de multa sorrateira adicionando à desgraça que nunca vem só, desinfeliz dependência de gente incompetente que se arma aos cucos, nos chateiam, nos amordaçam… Como é dificil ser-se kota mais velho...

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Tenho andado a tentar conhecer melhor este Deus que nos dirige sem se amargurar com nossas diabruras, nem as inchadas gravidades de gente com poder. E, perante a ciência quântica tenho de ir até mais fundo no conhecimento para não o subestimar; porque nem sempre parece ser justo com os injustos tomando por base o livro dos livros mais os outros do conhecimento e ainda uns outros, que são apócrifos, só porque alguém assim decidiu e, os encaixotou.

kota1.jpg E, ou porque diziam não bater a bota com a perdigota, ou assim coisa com coisa, como muitas leis que hoje temos; leis feitas em mesas redondas por mentes quadradas e que nos surgem bicudas. Que depois são votadas e nós aqui a gritarmos à toa, pró boneco!... A nossa vida, também ela é uma estória ou uma soma de pequenas estórias que encaixam num Universo sem fim, sem bordos, algo que a nossa compreensão não consegue alcançar de todo pelos muitos paradigmas que ao longo de gerações nos condicionaram o entendimento e comportmento.

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São regras a que todos obedecem porque a dado momento verificamos nada sermos e, na busca do conhecimento ficaremos sempre na incerteza que também é a teoria com que também, os mais sabedores terão de se conformar. Creio estarmos ainda a anos-luz do entendimento crucial do nosso ser, de quem somos e, sem nunca saber o que nos destino o próximo segundo; num dado momento estamos lúcidos a cem por cento e, logo a seguir já só somos um nada em uma outra dimensão.

kota7.jpg Essa é a quinta dimensão que num espaço etéreo, ficará só no sentimento como recordação em nossos mais próximos. Todos temos um ciclo e nele teremos de gozar o real agora, com a alegria de assim o ser; viver na irmandade do amor sincero ou puro, relembrando o resto para a compaixão dum entendimento plausível. Usar o bom senso desamarrando-nos numa constância para além do simples querer.

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Nesta fase de consciencialização, relembro o que nos foi legado pelo espírito de Chico Xavier: Não podemos alterar um triste fim mas, sempre teremos a hipótese de nos propormos a um novo começo. Como proposição, teremos de nos preencher com coisas pequenas para nos totalizarmos na harmonia do consolo; entender as fracturas que a vida nos proporcionou por coisas ou eventos que não nos agradam ver em outros.

kota4.jpg Sempre subsiste a dúvida de não sermos entendidos. Quantas vezes somos duros nas apreciações,  sermos assim dum jeito que nem sempre pode ser apreciado, embora se diga termos sido feitos à imagem de Deus. E, Deus que nem sempre parece acolher-nos, que nem sempre parece estar ali e da forma que queríamos que o fosse.

isabel lacuerda.jpg Naquele um outro dia, coisa recente, estive ao dispor do médico, muito cheio de aparatos que não existiam no tempo do meu avô Manuel Loureiro que morreu novo e tísico vindo do Brasil quando ainda era tão jovem. E, muitos outros se seguiram porque ainda não era conhecida a penicilina, o benuron, a aspirina mais o transístor e o micro-ondas; as ondas electromagnéticas e o domínio parcial do Vírus, das bactérias rondando-nos sem os fortes analgésicos, sulfamidas e antibióticos. Os tempos mudaram e, muito! Coisas boas outras más... Assim vamos, um dia de cadavez...

O Soba T´Chingange



PUBLICADO POR kimbolagoa às 22:06
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Temos um Hino, uma Bandeira, uma moeda, temos constituição, temos nobres e plebeus, um soba, um cipaio-mor, um kimbanda e um comendador. Somos uma Instituição independente. As nossas fronteiras são a Globália. Procuramos alcançar as terras do nunca um conjunto de pessoas pertencentes a um reino de fantasia procurando corrrigir realidades do mundo que os rodeia. Neste reino de Manikongo há uma torre. È nesta torre do Zombo que arquivamos os sonhos e aspirações. Neste reino todos são distintos e distinguidos. Todos dão vivas á vida como verdadeiros escuteiros pois, todos se escutam. Se N´Zambi quiser vamos viver 333 anos. O Soba T'chingange
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