Domingo, 11 de Dezembro de 2022
VIAGENS . 2

FÁBRICA DE LETRAS DA KIZOMBA - Crónica 3321 - 24.06.2022 –Republicação a 11.12.2022.

Do Pantanal à Amazónia - parte

Por Soba T´Chingange brasil.jpgT´Chingange (Otchingandji) – No AlGharb do M´Puto

quilombo0.jpg Ainda na Fazenda do Pantanal pude recordar com Peixinho, nosso guia, o neto do rei do Império de Oyó com o título de “Dom Obá II” (Dom Obá, na língua do seu povo ioruba, significa “rei”). Então imaginei-o com fraque e cartola, a desfilar sua banga ninita, suas medalhas penduricalhos de mérito pelas ruas do Rio de Janeiro. Pois assim foi: Um príncipe africano, negro, que viveu no Brasil durante o período em que ainda havia escravidão e o país era governado por um imperador, Dom Pedro II.

Seu nome era Cândido da Fonseca Galvão, mas gostava mesmo era de ser chamado de Dom Obá II d’África. Nasceu no sertão da Bahia, na Vila dos Lençóis, por volta de 1845, filho de africanos forros, ou seja, ex-escravos que haviam conquistado a sua liberdade por meio da carta de alforria. Dizia-se descendente directo, neto legítimo, de um poderoso rei africano – Aláafin Abiodun, rei do Império de Oyó – daí o gostar de ser reconhecido como príncipe.

quilombo4.jpg É interessante conviver de perto com estas alvissaras mistificadas de fantasia na vida real, como sempre vivessem um perene carnaval, resquícios de memória das terras de África. Alistou-se voluntariamente para lutar na Guerra do Paraguai e, devido à sua bravura, foi condecorado como oficial honorário do Exército Brasileiro. Depois da Guerra, fixou-se no Rio de Janeiro, tornando-se numa figura conhecida da sociedade carioca.

Ficando amigo pessoal do Imperador D. Pedro II era entre os negros e mestiçagem do Rio de Janeiro, reverenciado por sua representatividade, como neto do Obá Abiodum. De notar aqui a necessidade das pessoas alimentarem sonhos alheios e de tempos passados que nunca viveram.

amazonas.jpg Aquela guerra do Paraguai foi a mais sangrenta ocorrida na América Latina no século XIX, envolvendo uma aliança entre Brasil, Argentina e Uruguai contra o Paraguai, que terminou com a derrota dos paraguaios. Dom Obá II d´África foi promovido a alferes tendo sido desmobilizado por ter sido ferido na mão durante o conflito. Viveu no Rio de Janeiro, no Centro da cidade, região conhecida como Pequena África, um local historicamente habitado por africanos e seus descendentes.

Vindos de várias partes do país, a gente forra, iam ali como se assim o fosse uma peregrinação de romagem reafirmando-se em sua identidade. Uma Muxima na forma de Ongweva a alimentar uma fé inexplicável… Dom Obá tinha o hábito anualmente realizar uma visita oficial ao Paço, onde era recebido como herdeiro de seu avô. Foi defensor da monarquia brasileira, actuando na campanha abolicionista no combate ao racismo.  

amazonas2.jpg em Manaus de uma tremenda humidade, amanheci empoleirado em paus espetados no rio Negro. Aqui, quando chove de verdade o céu desaba. O Solimões, que é um rio, surge barrento mais abaixo. Em Alter do Chão o galo cantou despertando a neblina e, no balanço da palmeira entre fumo de fogueira, um novo dia chegou com paz saboreada a café, tapioca e maniçoba. Entretanto nós comprávamos bugigangas, cestos, catatuas de madeira e colares. E, o jabirú lá estava no meio da ilha alagada, dando soberania ao sítio do Alter, a terra do boto e da festa do “çairé”.

Sem saber que era um sonho à beira rio, cercado de Marabás, Caráraris, Ipixumas, Xaporis, Cajarás e Maués, dei comigo na festa do Carimbó comemorando vidas interrompidas num mundo de natureza hostil de onças pretas e pintadas. Estava tomando guarané Maué.: Como um caramuru de pele branca, transpirando forró, falando um português fluido entre garimpeiros, seringueiros e quebradeiras de coco, dei comigo a cantar:- Oi tira coco, solta coco - Vai descendo sem cessar – Bate-bate, racha coco - Quebra a palha devagar. Faz a roda, fecha a roda - Já é hora de cantar - Rapa coco, dança corpo - Na magia do lugar.

amazonas10.jpg Em visita à floresta e no quartel base do Batalhão Militar de Guardas da Amazónia, fiquei impressionado com a pantera negra que por ali estava presa; sua pele brilhante e seus olhos de um amarelo intenso, provocaram-me arrepios reluzindo medo. Já vi muito felino, mas este olhar do bicho andando de um para outro lado, marcou definitivamente este momento; era bicho com que não me queria cruzar no meio dessa densa mata. Por ali fiquei beira pântano, beira rio,... Descendo por cinco dias o rio grande, de Manaus até Belém com Nossa Senhora da Aparecida sofri a soltura prolongada feita disenteria.  Aiué, nem vos falo (por agora…)…

amazonas4.jpg

Glossário: Tuiuiú - pássaro pernalta símbolo do Pantanal; sucuri - cobra, jiboia; Jiboiei: - descansei em rede; Caimão - pequeno jacaré das Américas; Capivara - animal que parece um rato e é do tamanho de um porco, herbívoro; Kilombo (quilombo): o mesmo que quimbo, sanzala rural; Fujões - escravos fugidos das fazendas; Capitão-de-mato - cipaios ou guardas dos fazendeiros com alvará de busca ao infractor escravo; Obá II - escravo de linhagem que se tornou famoso entre outros; Caboclo - homem rude tarefeiro; Matuto - cruzamento entre índio e mulato (ou branco); Ipê-roxo: - árvore de grande porte, pau d´arco; Sukucaia - fruto do castanheiro do Pará; Manissoba - saca-saca, folha de mandioca fervida durante sete dias (para retirar a seiva venenosa); Jabirú - o mesmo que tuiuiú, pássaro do pantanal (nome popular usado em forma pejorativa); Boto: – golfinho do rio (toninha); “çairé” - festa anual em Alter do Chão, homenagem ao golfinho; Marabás, Xaporis:- tribos de índios; Carimbó - festa dos recolectores da floresta amazónica, seringueiros e agricultores de enxada e catana, pisteiro de onça; Guarané - o mesmo que guaraná em dialecto Maué; Caramuru - homem branco do sul, normalmente de Porto Seguro ou Santa Catarina; Forró – Farra batucada, excitação suada por ambiente festivo, que se traduz em alegria; Seringueiro – homem que extrai a borracha da árvore; Coxias: - herbívoros de pequeno porte; Cajá – taparabé, fruto tropical parecido com a nêspera, gajaja.

(Continua…)

O Soba T´Chingange



PUBLICADO POR kimbolagoa às 14:00
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Domingo, 7 de Novembro de 2021
KALUNGA . XVII

UM HINO Á KALUNGA – II

Crónica 3212 de 07.11.2021 e, outras datas se Deus o quiser…

A estória do Zé Peixe de Aracajú - Prelúdio da estória das Kiandas Roxo e Oxor

Por t´chingange 0.jpg T´Chingange, no AlGharb do M´Puto

zé peixe11.jpg Para que o corpo seja saudável é forçoso que a mente esteja com saúde, que esteja alegre e em harmonia. Se a mente estiver irritada ou aborrecida, este estado aparecerá inevitavelmente no corpo e, manifestar-se á na pele, no coração, nos pulmões. O estado latente de infortúnio e de mal-estar nas pessoas, não é mais do que o reflexo da mente manifestando-se em atrito ou choque.

Em contraste com esta ocorrência e o estar na vida, algures no Brasil, fui agraciado com uma notícia que corroborou com a inspiração dum senhor chamado de Hicari no Izumi. De tão esquisito nome nem sei direito como chegou até mim mas, o relevante do mistério é o de que em Aracajú de Sergipe havia um homem de setenta anos de idade conhecido pelo Zé Peixe que espantava toda a gente.

Este senhor Zé peixe, designado por “prático” por conhecer os baixios da baía e seus canais de navegação, ao fim de muitos anos de mar, sabia por onde os barcos de grande calado podiam navegar até à zona portuária sem ficar encalhados na areia ou recifes.

A tarefa que normalmente é feita ou atribuída a um patrão de costa ou piloto da barra que conduz o navio até ao cais, aqui, tem o senhor Zé como o principal personagem. Entra num rebocador que o leva até lá longe, ao navio em águas de oceano mais profundas, sobe ao mesmo, conduz o monstro com perícia substituindo instrumentos de tecnologia de ponta, sistemas de posição geográfica de satélite, bussolas especiais e sonares.

zé peixe5 5.jpg  Quando o navio abandona o porto é Zé Peixe que de novo dirige as operações até ao local Xis que ele, o prático da barra, sabe como o de “o fazer sem perigo”. O curioso deste curto prelúdio é a de que, da haste saliente do vapor com uma altura superior a mais de cinco andares de um prédio citadino, o senhor Zé, benze-se, salta para o espaço indo perfurar as águas tépidas do Atlântico.

O pessoal de bordo sempre atento a esta odisseia de um velho com 70 anos saúda-o com uma gritaria e, em uníssono ouve-se o apito grave troando um adeus, até à próxima amigo Zé... O regresso a nado ao cais, bem perto de onde se situa a sua humilde casa, pode demorar até um pouco mais de duas horas. Sua modesta casa denota não ter rendimentos que façam dele um homem remediado, aliás o aspecto raia a tacanhez da sobrevivência; é aqui que podemos realçar a sua alegria no fazer por tostão uma tarefa de milhão.

zé peixe 1.jpg O Senhor Zé Peixe, na sua casa, tem um frigorífico aonde conserva frutas e, a uma pergunta do jornalista Hicari no Izumi, o tal senhor, responde que sua alimentação é essencialmente de fruta. Só bebe água de coco e não se lembra de quando tomou banho de água doce.

É ou não um hino à vida, esta singela postura dum homem que quase, ou mesmo analfabeto, nos transmite o poder e querer ao invés de quem se desloca com meia mala cheia de medicamentos. Isto, confunde os piegas dando-nos esperanças no estímulo de gozar a plenitude da natureza a quem verdadeiramente tem força de vontade. E, o mundo fala agora, ano de 2021, ao redor da crise. Feliz do senhor Zé Peixe! E assim foi, até que faleceu a 26 de Abril de 2012 por Insuficiência respiratória; tinha a idade de 75 anos.

zé peixe12.jpg  Zé peixe foi agraciado com diversos prémios e homenagens, sendo lembrado como um dos sergipanos mais notórios de todos os tempos. Seu nome era de José Martins Ribeiro Nunes. Os folhetins/crónicas agora a serem reeditados das Kiandas Roxo e Oxor da Kalunga de Guaxuma surgem com uma nova roupagem de nostalgia mantendo este senhor como o timoneiro ou patrono das promovidas kiandas. Roxo é uma, Oxor, é uma outra, o espelho gémeo desta mana, algures…

zé peixe13.jpg Na Kalunga e, a bombordo do meu barco Niassa (uma ilusão antiga), a costa da N´Gola sempre são visíveis, um milagre de “nem sei como” surgem na lógica das kwangiadas, musas do Chiloango, Bengo, Dange e ninfas do Cuvo, Giraul ou do Kunene dando lugar a estas mordomias de deixar a saudade lamber-nos também na água doce, límpida ou turva, também em terras do Brasil, com todos esses rios tendo o Amazonas num lugar cimeiro com seus golfinhos chamados de “botos” e até as vacas nadadoras chamadas de “peixe-boi” que deram origem ao teatro, carnaval de rua “bumba meu boi”, entre outras cenas tão desconhecidas do cidadão comum. Ao lago Niassa ou Malawi, ao Okavango e às terras encharcadas do Delta; lá chegaremos com tempo no caminho do rio Zambeze no encontro com o Cubango…

(Continua…)

O Soba T´Chingange



PUBLICADO POR kimbolagoa às 06:58
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Sexta-feira, 4 de Julho de 2014
N´GUZU . XXIII

QUENTURA DOS TEMPOS . Brasil e a Crise Energética Mundial V

O Brasil corre o risco de perder metade do seu território em julho de 2014, e 190 milhões de brasileiros poderão ser despejados!

N´Guzu: Força, poder, deus da guerra.

As escolhas do Kimbo

 Kimbo Lagoa

Fonte: 11/05/2014 - http://mudancaedivergencia.blogspot.com.br

 «Uma nação pode sobreviver aos idiotas e até aos gananciosos, mas não pode sobreviver à traição gerada dentro de si, mesma. Um inimigo exterior não é tão perigoso, porque é conhecido e carrega suas bandeiras abertamente. Mas o traidor move-se livremente dentro do governo, seus melífluos sussurros são ouvidos entre todos e ecoam no próprio vestíbulo do Estado. E, esse traidor, não parece ser um traidor, ele fala com familiaridade às suas vítimas, usa sua face e suas roupas e apela aos sentimentos que se alojam no coração de todos. Ele arruína as raízes da sociedade, trabalha em segredo, oculto na noite para demolir as fundações da nação, infecta o corpo político a tal ponto que ele sucumbe-nos». (Discurso de Cícero, tribuno romano 42 A.C.). A Câmara Federal, o Senado e o Congresso têm que se manifestar energicamente. A referida aprovação ignorante, na melhor das hipóteses - à luz do Direito e da moral - tem que ser rechaçada, rectificada. As autoridades brasileiras que comandam os destinos do País, nos últimos 29 anos, não tiveram uma postura de defesa do território do Brasil. Vale dizer às autoridades brasileiras que comandaram e comandam os destinos do País, nos últimos 12 a 15 anos, não tiveram uma postura de defesa dos interesses da população brasileira - que absolutamente não quer se tornar refém da importação de combustível, minérios estratégicos e outros, pelo tempo e pelo preço que convier aos sócios dos indígenas apoiados pelos Membros do Conselho da ONU.

Por qual razão, porque todo processo demarcatório foi baseado em um laudo contencioso conduzido pelo CIR e pelo CIMI com a assinatura da FUNAI. A CIMI foi fundada na Inglaterra e tamanha é sua inconsistência que foi posta sob suspeita pela comissão de peritos nomeada pela Justiça Federal de Primeira Instância, e tantas outras provas, que a Suprema Corte tem arquivado nos processos de contestação. A Agência Reuters de notícias divulgou, em 29/08/08, que Tarso Genro, o ministro da justiça, em rápidas declarações sobre o julgamento do STF sobre a demarcação em Roraima, da Raposa da Serra do Sol, «se mostrou convencido de que a demarcação contínua seria mantida pelo STF», e completou a manchete: «quem ouve o ministro falar acha que a vitória já estava garantida», um julgamento de cartas marcadas, Tarso disse mais, com ares de satisfação: «Não adianta estourar pontes, fazer acções violentas contra o estado e fazer mobilizações que levam à violência. Não é uma vitória de índio contra branco ou de índio contra o arrozeiro" — O ministro Tarso, como em raríssimas ocasiões, tem razão. Não se trata de uma vitória de índio contra branco ou de índio contra o agricultor. Não mesmo Sr. Tarso! Trata-se de uma vitória do comunismo internacionalista defendido e idolatrado por gente como o então Ministro da Justiça Tarso Genro sobre todos os brasileiros – incluindo os não patriotas que estão no poder e os que a ela tentam se juntar por medo de sucumbir à triste realidade que se instala no país.

 A sociedade brasileira está sendo artificialmente desunida e segmentada em negros, índios, feministas, gays, ambientalistas e assim por diante. Antagonismos semeados por milhares de ONGs, financiadas pela oligarquia internacional da esquerda, incitando a quem se sente injustiçado para que se torne inimigo da sociedade e que o Estado deve impor sua causa em detrimento de todos os demais. Naturalmente, a defesa dos duvidosos direitos de grupos é mero pretexto criado pela oligarquia internacional para dividir o País ou no mínimo para se lhe quebrar a coesão. No caso da campanha indigenista está provocando uma escalada nos conflitos em vários Estados e revela potencial de uma guerra civil. Agora o risco será maior se o Governo não denunciar a Convenção dos Direitos dos Povos Indígenas até 24 de Julho de 2014, pois perderemos as condições jurídicas de recusar a independência e a secessão de quaisquer das reservas que assim o desejarem.

A campanha indigenista, orientada do estrangeiro através das ONGs com fachada ambientalista, com a finalidade de governarem o Brasil de dentro para fora, visa também quebrar o sector produtivo rural, como se viu em Roraima, nada sobra aos índios que desejam prosperar (como todo ser humano) pois retira deles a liberdade. Os índios nada mais são que massa de manobra de ONGs e desses conselhos. Não é de admirar que os maiores inimigos do movimento indigenista são os índios esclarecidos.

http://www.defesabr.com/MD/md_amazonia.htm

 «Excelência na arte da guerra aquele que vence sem usar a força, mas para isso primeiro é preciso levantar uma “causa justa”, conhecer todo o terreno, os passos do inimigo, conhecer suas fraquezas, infiltrar espiões, conquistar a população local com lucros aparentes, corromper lideranças locais e plantar a desinformação, porém se tudo isso não funcionar, ataque-os de surpresa, de uma forma rápida e planeada. E, se tiver uma força 10 vezes maior do que a do inimigo, a vitória estará garantida». Sun Tzu (400 aC). Território é o elemento constitutivo do Estado. População sem território se torna refém dos que dele sem apossaram como espoliadores da vez. Leiam os jornais e vejam o que ocorre com os refugiados obrigados a viverem, por força de tratados entreguistas dos territórios deles, assinados por governantes entreguistas deles, em diversas partes do mundo. Território brasileiro não se entrega, muito menos, se, no território do qual se trata, se encontra a parte fértil prevista para abastecer de combustível - a mola do mundo - e de produtos oriundos da biodiversidade, esta e as futuras gerações de brasileiros e residentes no Brasil.

 

Marilda Oliveira, oliveira.marilda@terra.com.br, São Paulo - Ipiranga – SP - Enviado em 11 de maio de 2014 por Manoel Soriano Neto Coronel de Infantaria e Estado-Maior do glorioso Exército Brasileiro, Historiador Militar. msorianoneto@hotmail.com

FIM DO TEMA

O Soba T´Chingange



PUBLICADO POR kimbolagoa às 15:02
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Segunda-feira, 30 de Junho de 2014
N´GUZU . XXII

QUENTURA DOS TEMPOS . Brasil e a Crise Energética MundialIV

O Brasil corre o risco de perder metade do seu território em julho de 2014, e 190 milhões de brasileiros poderão ser despejados!

N´Guzu: Força, poder, deus da guerra.

As escolhas de

Kimbo Lagoa

Fonte: 11/05/2014 - http://mudancaedivergencia.blogspot.com.br

 

12 - Segundo informações fornecidas pela Organização das Nações Unidas (ONU), a maioria das mulheres traficadas para a Europa são originárias de comunidades pobres dos estados de Roraima, Amapá, Amazonas e Pará. "Para o governo, progresso é extrair petróleo, abrir estrada, plantar soja, derrubar madeira", e a protecção dos indígenas contra estas ONGs que nem sabem quem é? Continua sob a tutela da presidente Dilma o documento aguardando o NÃO PARA OIT N.169.

13 - O depoimento do Capitão de Mar e Guerra Paulo César Machado, Capitão dos Portos da Amazónia Ocidental e da Chefe do Departamento de Registro, Fiscalização e Estatísticas da Empresa Estadual de Turismo do Amazonas - AMAZONASTUR, diz de que meninos e meninas são explorados sexualmente por turistas estrangeiros e nacionais que visitam a região e usam a pesca desportiva como fachada. Quais foram os resultados da CPI da pedofilia e prostituição infantil no Amazonas? Inconformada com a leniência das autoridades brasileiras, apresento: http://www.aids.gov.br/noticia/cpi-da-prostituicao-infantil-indicia-20-politicos -

http://mudancaedivergencia.blogspot.com.br/2014/05/cpi-da-pedofilia-e-exploracao-sexual.html

14 - Enquanto a brasileira do Estado de Santa Catarina, Sul do Brasil, Catarina Migliorini, de 20 anos, leiloou sua virgindade pela Internet e conseguiu facturar R$.1,5 Milhão, pago por um japonês de 53 anos, a brasileira índia na região do Amazonas do extremo Norte do País, a virgindade da menina índia custa R$.20,00, que lhe é tirada sob ameaça, em troca muitas vezes de uma caixa de bombom segundo a jornalista Kátia Brasil.

http://port.pravda.ru/sociedade/cultura/23-01-2013/34214-meninas_indigenas-0/
15 - Até hoje não permitiram as regiões da Amazonas a prosperar. A cobiça estrangeira na biodiversidade e riquezas da região brasileira chega a isto; usaram e usam os nossos índios que inocentes agindo pela falsa protecção da Funai, (guardiã deles, conforme a CB de 1988) entregam e denunciam o Brasil. Os aloprados, no entanto, querem é ainda mais terra para índio, onde não haja nem fé, nem lei, nem rei, e governos entreguistas.

16 - Motivos mais que suficientes para uma Comissão da Verdade sobre a actuação das ONGs internacionais, contrariando os costumes e hábitos dos indígenas nas florestas brasileiras. Em 2008 foi encaminhado denúncia para o Ministro Márcio Thomas Bastos (Justiça), solicitando a imediata entrada da PF do Brasil no caso. Americanos e nacionais em férias na Amazónia mantêm um ritual criminoso de abuso sexual contra crianças índias brasileiras e, até um magistrado americano, conceituado, estaria envolvido. "Esta denúncia é gravíssima. Os crimes ocorrem em território nacional com crianças até 14 anos. O Exército é proibido de entrar.

http://www.vermelho.org.br/prosapoesia/noticia/32972-49

:

Como cidadã brasileira, em respeito à Constituição Brasileira de 1988 que diz sermos todos iguais perante a Lei, cumprindo o meu dever cívico e patriótico, em respeito aos patriotas que lutaram como guerreiros para preservar o Brasil íntegro em toda a sua extensão, indignada com a os políticos neoliberais que decidiram sepultar as ideias patrióticas injectadas no País pelo Presidente Getúlio Vargas, mormente aquela que reservava aos nacionais o desbravamento da Amazónia. Nos deparamos hoje, com as governanças brasileiras entregando as nossas riquezas, nossas terras, nossos índios, nossa etnia, nossa liberdade, para quem nem sabem quem é. O nosso perigo passou de externo a ser interno pelos brasileiros que agindo pela ganância e submissão, tendo por traz a ignorância, desprezam o Estado de Direito.

 A falta de alternância no poder, leva a prática do governo de usar a máquina para interesses políticos. Direito que tem de ser aplicado neste país com participação activa do governo brasileiro, dos políticos, do STF (Supremo Tribunal Federal), de órgãos administrativos, do dinheiro dos contribuintes, e da inocência do povo brasileiro. A futura perda de parcela do território brasileiro. E, como um obediente cordeirinho o "Congresso Nacional" mansamente aprovou essa nefasta Convenção, sem esboçar um mínimo repúdio aos artigos que poderão ser evocados para a retirada de um grande naco de terra do BRASIL. Pirara - O Brasil perdeu para a Inglaterra e hoje pertence a Guiana. O Brasil era maior do que nós herdamos. Tínhamos uma saída para o Mar do Caribe por meio dos rios Rupununi e Essequibo. Ainda há tempo para reverter toda essa burrice ou traição, desde que a Presidente Dilma Rousseff com patriotismo, DENUNCIAR a Convenção n°169 dizendo NÃO.

Marilda Oliveira, oliveira.marilda@terra.com.br, São Paulo - Ipiranga – SP - Enviado em 11 de maio de 2014 por Manoel Soriano Neto Coronel de Infantaria e Estado-Maior do glorioso Exército Brasileiro, Historiador Militar. msorianoneto@hotmail.com

(Continua...)

O Soba T´Chingange



PUBLICADO POR kimbolagoa às 09:40
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Domingo, 22 de Junho de 2014
N´GUZU . XX

QUENTURA DOS TEMPOS . Brasil e a Crise Energética Mundial II

O Brasil corre o risco de perder metade do seu território em julho de 2014, e 190 milhões de brasileiros poderão ser despejados!

N´Guzu: Força, poder, deus da guerra.

Escolhas de

Kimbo Lagoa

Fonte: 11/05/2014 - http://mudancaedivergencia.blogspot.com.br

  Em 1998 o Presidente Fernando Henrique Cardoso, consentiu que fosse realizada a farsa da actuação da Funai no laudo tendencioso conduzido pelo CIMI (Comité Internacional das Migrações Indígenas) e pelo CIR, na demarcação feita por recortes de jornais, sem trilhas físicas elaboradas por antropólogos brasileiros e competentes das terras indígenas, resultando na portaria 820/98 assinada pelo ministro da Justiça Renan Calheiros, que declara a TI Raposa/Serra do Sol posse permanente dos povos indígenas. Em 2002, o Presidente FHC assinou o Decreto Legislativo no 143, de 20 de Junho de 2002 (Aprova o texto da Convenção nº 169 da Organização Internacional do Trabalho sobre os povos indígenas e tribais em países independentes). Em 2003 o Congresso Nacional aprova o texto lesa-pátria da Convenção OIT nº 169 Decreto Legislativo 143/2002. Em 2004 o Presidente Lula da Silva tendo ao lado o Ministro da Justiça Tarso Genro, assinou com Celso Luiz Nunes Amorim, o DECRETO Nº 5.051, DE 19 DE ABRIL DE 2004. (Promulga a Convenção n.º 169 da Organização Internacional do Trabalho - OIT sobre povos Indígenas e Tribais), absolutamente sem raciocinar à acção de doar, 50% do território brasileiro.

  A cultura brasileira é uma síntese da influência dos vários povos e etnias que formaram o povo brasileiro. Não existe uma cultura brasileira perfeitamente homogênea, e sim um mosaico de diferentes vertentes culturais que formam, juntas, a cultura do Brasil. Naturalmente, após mais de três séculos de colonização portuguesa, a cultura do Brasil é, majoritariamente, de raiz lusitana. É justamente essa herança cultural lusa que compõe a unidade do Brasil

5 - A presidente Dilma Rousseff ficou com a responsabilidade de DENUNCIAR, RECUSAR, dizer NÃO à Convenção OIT n 169, o maior crime de lesa-pátria já realizado na História do Brasil.

6 - A data limite é 24 de Julho de 2014. Coincide com a euforia da Copa do Mundo no Brasil, com o tumulto, estardalhaço e brigas no Congresso com a CPI da Petrobrás, que passa a ser nada, comparado a perda de 50% do Território Nacional. Que os mais dignos membros da gestão pública, da justiça do Brasil, intelectuais actuantes, fiquem atentos. A presidente Dilma Rousseff DEVE DENUNCIAR, dizer NÃO à Convenção n 169, o maior crime de usurpação ocorrido no Brasil, iniciado no final do governo de Fernando Henrique Cardoso, e promulgado no governo Lula da Silva.


7Eu, cidadã brasileira, em nome do povo brasileiro, solicito das Autoridades Brasileiras, URGENTE,: Comissão Parlamentar de Inquérito - CPI de alto nível, Comissão da Verdade e Reconciliação, da Demarcação para terras indígenas como contínuas que mediante os relatórios comprovando as fraudes, relatórios e provas criteriosas, apresentados ao STF pelo Senador Mozarildo Cavalcanti de RR, sejam reavaliados. Fraudaram para «balcanizar» o Brasil, usam as ONGs estrangeiras com fachada ambientalista, que se estabeleceram inconstitucionalmente na Amazónia, promovendo a indução, destino, alienação, e sedução dos nossos indígenas brasileiros. Justiça, STF, MPF, PGR, OAB, Polícia Federal, Agência Brasileira de Informações Nacionais - ABIN unidos e utilizando todos os recursos jurídicos, inclusive, a abertura de sigilos Bancários, de todos os representantes da Delegação Brasileira na ONU, que assinaram a referida Declaração - e todos aqueles que no Brasil facilitaram encobrindo as fraudes, (o G7 já se está manifestando, "lista negra", missões diplomáticas da ONU e diplomatas individuais - talvez como parte de um sistema de monitoramento para evitar a lavagem de dinheiro e financiamento do terrorismo).  As autoridades legais precisam expulsar de nosso meio todos aqueles que vendem a Pátria por quaisquer "trinta moedas".

(Continua...)

O Soba T´Chingange



PUBLICADO POR kimbolagoa às 05:02
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Sábado, 14 de Junho de 2014
N´GUZU . XIX

QUENTURA DOS TEMPOS  . Brasil e a Crise Energética MundialI

O Brasil corre o risco de perder metade do seu território em julho de 2014, e 190 milhões de brasileiros poderão ser despejados!

N´Guzu: Força, poder, deus da guerra.

As escolhas do Kimbo

Kimbo Lagoa

Fonte: 11/05/2014 - http://mudancaedivergencia.blogspot.com.br

«Não há como pensar a Amazónia sem o Brasil, nem o Brasil sem a Amazónia». Um pequeno comentário sobre os dois pensamentos: assim já raciocinava Sebastião José de Carvalho e Melo, o Marquês de Pombal, em 1750, quando despachou o seu próprio irmão, Francisco Xavier de Mendonça Furtado, para a Amazónia, com instruções expressas para reconstruir antigas obras militares e levantar novas, de modo a tamponar todas as vias de acesso do exterior para dentro da grande região. Minha manifestação é de salientar que Nossa Constituição de 1988 Reza de Forma Clara e Rica em Detalhes sobre os Direitos dos Povos Indígenas Brasileiros especificando de forma incontestável, que as Áreas de Reservas Indígenas SÃO DA UNIÃO, e de usufruto pelas Comunidades Indígenas sob Tutela da União através da FUNAI, assegurando aos povos indígenas o respeito à sua organização social, costumes, línguas, crenças e tradições. Reconhece que os povos indígenas foram os primeiros senhores de facto e de direito desta terra chamada Brasil, incorporando a seus ideais de justiça a ideia do "indigenato".

Marquês de Pombal

A posição do Brasil na ONU aprovando sem ressalvas o acordo internacional OIT Convenção n 169, contraria a posição soberana do Brasil. O Trabalho que é formado por 185 países-membros na hora de decisão, apenas 17 nações aprovaram a Convenção n 169 entre elas o Brasil, enquanto 168 países se negaram a assinar como Estados Unidos, Nova Zelândia, Austrália, Rússia e Argentina, se recusaram a aprovar essas resoluções, sob a argumentação que violavam a legislação interna de seus países. No Brasil, com textos que criam condições objectivas para a subtracção de territórios actualmente brasileiros, foram actos de traição.

1 - O governo Federal tem prazo até 24 de Julho/2014 para rectificar, denunciar, a convenção da ONU OIT n 169, de contrário, o Brasil será dividido em 216 Estados determinado pela ONU, completamente independentes e desligados do Governo do Brasil.

2 - Em 1862 o Imperador Pedro II rejeitou a proposta dos EUA feitas pelo general James Watson Weber, propondo organizar uma companhia com capital de 25 milhões de dólares, para introduzir negros sulistas «emancipados ou a emancipar» na Amazónia. O Imperador sabia das intenções, na tomada do território brasileiro, mesmo com toda vigilância, em 1876 o descaminho das sementes de seringueira pelos ingleses, a Amazónia deixou de gerar divisas da ordem de 150 milhões de libras esterlinas.

 

3 - Em 1938, o Presidente Getúlio Vargas nacionalizou todos os serviços, estatizando as concessionárias estrangeiras, e, ao mesmo tempo, determinou providências para aumentar a presença do Poder Público em todos os seus quadrantes. Fazia cumprir, com esses actos, as disposições do Decreto-Lei n° 406 , de sua inspiração, que proibia a constituição de núcleos coloniais formados exclusivamente por estrangeiros e determinava que a colonização da Amazónia fosse reservada aos nacionais.

José sarney Collor de Mello

4 - Em 1986 o Presidente José Sarney em acto de submissão, lacrou o buraco na Serra do Cachimbo no Pará, construído para testes nucleares, renunciando o desenvolvimento a nosso País, impedindo aos cientistas brasileiros na pesquisa de novas e limpas tecnologias. Em 1992 por imposição dos EUA, a ECO/92 só foi realizada após a assinatura pelo então Presidente Collor de Mello e o Ministro Jarbas Passarinho, da portaria 580 de 15/11/91, precursora da reserva ianomami, tornando impossível que os pelotões de fronteira de Surucucu e Maturacá servissem de base para futuras cidades. Essas imensas reservas, quase todas na faixa de fronteira, mantêm intactos os ricos recursos naturais do solo e subsolo, que um dia serão explorados por países do Primeiro Mundo, como EUA, França e Alemanha.

(Continua...)

O Soba T´Chingange



PUBLICADO POR kimbolagoa às 11:51
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